Números

Número 7

Quem descobre um tesouro de imenso valor por dentro através do 6, nunca será mais o mesmo por fora. Quando a vida interior é maior do que o mundo exterior o indivíduo já não se assusta com o com mundo é o mundo que se assusta com o indivíduo. Aos que trilham o caminho interior e decidem ir além do ciclo grupal do 4, do 5 e do 6, uma nova dimensão se abre começando pelo número 7. Já não são mais vítimas das circunstâncias, mas sim, coocriadores da realidade. Escolhem o seu destino e vivem prontos para morrer. Carregam a jóia do Poder Pessoal e lideram naturalmente através do exemplo.

Atingir o 6 é perceber que não se é escravo da própria sorte no mundo exterior. Temos sempre a nós mesmos quando há vida interior. Logo, o medo desaparece ou, pelo mesmo, deixa de controlar o indivíduo. O 7 é perceber que, se o mundo não está aí para eu me servir dele, então sou eu que estou aqui para servir ao mundo. Na medida que o faz, a partir do seu novo centro que surgiu com o 6 e sem esperar nada em troca, caminha para ganhar um presente final da vida através do 8 e do 9.

Um 7 nunca passa despercebido. O motivo não é o magnetismo tão comum ao número 5 com toda a sua beleza e perfume, mas sim, por este poder autêntico que brota de dentro e que ninguém é capaz de tirar. O poder de estar alinhado e a serviço do seu Eu Maior sabendo tomar decisões exatas, estando disposto a pagar o preço pelas suas escolhas e cumprindo sempre com a sua palavra. Sua geometria remete ao 1, mas com um ângulo de visão muito maior, pois agora sabe o que não é tem uma ideia mais clara de onde está indo.

Esta visão da volta para casa, da morte portanto, nunca sairá do radar do Líder servidor que nasce com o 7. Ele sabe que tudo que precisa é manter viva a chama interna que o conecta com o seu próprio ser. Enquanto isso, vai aprendendo a difícil lição de abrir mão de todo o restante antes de partir, ou seja, coloca seu poder de realização e transformação da matéria a serviço dos outros.

Reconhece que a Terra e os resultados na matéria são importantes apenas quando estão à serviço da evolução da consciência e não dos seus próprios instintos. Torna-se amigo da Mãe Terra num nível próximo da amizade atingida pelo cacique Seattle neste trecho da carta que escreveu ao então presidente dos Estados Unidos, Francis Pierce, quando soube da sua intenção de comprar suas terras ou tomá-las à força:

“...Se consentirmos na venda é para garantir as reservas que nos prometeste. Lá talvez possamos viver os nossos últimos dias como desejamos. Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe. Se te vendermos a nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueça como era a terra quando dela tomou posse. E com toda a sua força, o seu poder, e todo o seu coração, conserva-a para os seus filhos, e ama-a como Deus nos ama a todos. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por Ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum.”


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